Me tornei frágil.
Ouvi meus pensamentos dizerem que não havia nada, nada além do que eu era. Então aquela fria concentração me fez apagar.
Sem motivo algum eu estava sozinha, jogada na indigna tristeza sem causa. Não havia ninguém, não haviam sonhos, era somente eu e meus pensamentos vazios.
Tudo se tornou insciente, eu não sabia, não tinha motivos.
Passei a calcular meus atos, minhas motivações, mas não pude encontrar respostas a toda essa confusão.
O meu conflito separava todas as soluções da qual se passava pela minha cabeça, desensinei a mim mesma sobre toda essa maldita causa.
Sem nenhuma dor eu continuei, mesmo sem entender.
domingo, 16 de novembro de 2008
Confusão ordinária
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Um comentário:
Gostei do Blog...
Gosta de ler?...
Você escreve bem...muito bem...!
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