Só por um minuto, gostaria de te apagar completamente, gostaria de não sentir todo esse sentimento que exala dentro de mim, como se fosse sair pela minha boca á qualquer momento e assim todo mundo saberia do meu imenso amor. Só por hoje, gostaria de não me sentir sozinha como se eu fosse perdendo o ar e lentamente fosse morrendo.
Você ocupa todo meu pensamento, é o causador de todo esse sentimento que venho sentindo. Você é um típico egoísta que roubou todo meu amor só para você. Roubou minha paz, roubou cada palavra, cada gesto, cada lágrima, cada pensamento, cada sorriso. Fui roubada supostamente pelo meu próprio amor, e quando os sentimentos estão á flor da pele o mundo desaba sobre minha cabeça fazendo-me querer reviver tudo o que vivemos.
Sempre me apaixonei pelo errante, errôneo, errado. Sempre gostei dos sentimentos inversos, esses sim, me faziam delirar, faziam meu coração queimar.
O seu olhar me atrai e me trai quando tento olhar para você e o ver somente como amigo. Dentro dele eu vejo minha vida, minhas palavras que foram espalhadas sem sentido algum, vejo uma imensidão sem fim. Poderia ficar anos luz viajando pelos seus olhares, que de certa forma me traria a maior angústia que não fora esquecida pela minha memória limitada. Sem contar o seu sorriso, que esse sim, mora dentro dos meus pensamentos e me faz sentir o que significa a palavra amor.
AMOR: s.m. Afeição profunda de uma pessoa a outra de sexo diferente; objeto dessa afeição; conjunto de fenômenos cerebrais e afetivos que constituem o instinto sexual; grande amizade...
O meu "amor" não é limitado por palavras ou gestos, ele simplesmente não caberia no infinito. Você consegue imaginar? Eu não consigo me imaginar sem você. Desse modo, perdi minha essência, perdi qualquer setimento, perdi a graça de viver e o viver da graça.
Você sabe o que é perder sua felicidade e não sentir motivos pra sorrir porque o amor simplesmente foi embora? Eu sei! Sei porque vivo isso cada dia, e não há nada que faça eu me sentir melhor. Eu só gostaria de esquecer, pelo menos por segundos.
Escrevi essa carta porque..., eu não sei o porquê, só deu vontade de me ridicularizar novamente para você sobre o que eu sinto. Agora deu vontade de não entregar porque não há motivos para você saber, e eu fico me contradizendo, vontade e não vontadede entregar, vontade e não vontade de você saber que eu ainda o amo, e a única vontade é que essa carta pudesse mudar algum caminho.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Para você...
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Novo
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Céu
Eu tenho medo, do medo de ultimamente, que não sai da minha cabeça, que me tira o ar, que me faz delirar. Eu não sei o significado, eu não sei o que pode ser, estou na distante loucura que está apagada na minha memória. Eu estive ausente, não por muito tempo, mas ainda continuo procurando um caminho, estou longe de achar, mas não posso apenas parar.
Uma simples demonstração não fez efeito, subiu aos céus e mesmo assim estive perdida nas nuvens, sem respostas.
Uma alegria, um sorriso, e então acordei.
Uma canção e um coração. Que dessa vez não quebrou.
O calor de uma união que estava esperando, e nunca chegou.
E mesmo assim, nada parou de existir.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
E um adeus,
sábado, 29 de novembro de 2008
Gotas de Futuro
Toco o tempo que não é movimento,
Toco teu corpo, pequenos resquícios,
De desrespeito, mistérios sem sobra,
Descobertas sem saudade.
Exclusivo em toque, sem sentimento,
Degustando em dissabor, fragmento e tentação.
Buscando e ordenando afinidades.
Excessos em rotina natural, corpos frágeis,
É falta sem reflexo, retina e não memória.
Como se o tempo fosse capaz de quebrar a água.
Devaneios livres em queda,
Sem respostas, com desejo.
Contornando a face em pensamentos.
Nada que hoje é luz,
Ontem eram gotas de futuro.
Sem envolvimento ou margem em saudades.
Sem vaidade,
Sem medo do medo de ultimamente,
Sem conquista ou sofrimento.
Toco o tempo que não é movimento,
Toco teu corpo, pequenos resquícios de sedução.
Pequenos momentos em solidão.
Camyla Castro Lima e Léo Magno Mauricio.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Sonhos solitários
tic tac importuno da meia noite, fazendo-me fixar em frente ao cubo, sem importância. meu desvelo patético, que tenho sobre tal sentimento; indelével.
o limite da razão me faz pensar o que há com as pessoas, me faz tentar entender o que pode acontecer, mas o limite existe?
aversão de como tudo vem e como tudo vai, cruento dia de tamanha ignorância, o que me faz acreditar que tudo isso não é apenas um sonho? devaneio!
obliterando minha imaginação. afinal, qual a ligação?
tic tac!
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Voar
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