quarta-feira, 15 de abril de 2009

Para você...

Só por um minuto, gostaria de te apagar completamente, gostaria de não sentir todo esse sentimento que exala dentro de mim, como se fosse sair pela minha boca á qualquer momento e assim todo mundo saberia do meu imenso amor. Só por hoje, gostaria de não me sentir sozinha como se eu fosse perdendo o ar e lentamente fosse morrendo.
Você ocupa todo meu pensamento, é o causador de todo esse sentimento que venho sentindo. Você é um típico egoísta que roubou todo meu amor só para você. Roubou minha paz, roubou cada palavra, cada gesto, cada lágrima, cada pensamento, cada sorriso. Fui roubada supostamente pelo meu próprio amor, e quando os sentimentos estão á flor da pele o mundo desaba sobre minha cabeça fazendo-me querer reviver tudo o que vivemos.
Sempre me apaixonei pelo errante, errôneo, errado. Sempre gostei dos sentimentos inversos, esses sim, me faziam delirar, faziam meu coração queimar.
O seu olhar me atrai e me trai quando tento olhar para você e o ver somente como amigo. Dentro dele eu vejo minha vida, minhas palavras que foram espalhadas sem sentido algum, vejo uma imensidão sem fim. Poderia ficar anos luz viajando pelos seus olhares, que de certa forma me traria a maior angústia que não fora esquecida pela minha memória limitada. Sem contar o seu sorriso, que esse sim, mora dentro dos meus pensamentos e me faz sentir o que significa a palavra amor.
AMOR: s.m. Afeição profunda de uma pessoa a outra de sexo diferente; objeto dessa afeição; conjunto de fenômenos cerebrais e afetivos que constituem o instinto sexual; grande amizade...
O meu "amor" não é limitado por palavras ou gestos, ele simplesmente não caberia no infinito. Você consegue imaginar? Eu não consigo me imaginar sem você. Desse modo, perdi minha essência, perdi qualquer setimento, perdi a graça de viver e o viver da graça.
Você sabe o que é perder sua felicidade e não sentir motivos pra sorrir porque o amor simplesmente foi embora? Eu sei! Sei porque vivo isso cada dia, e não há nada que faça eu me sentir melhor. Eu só gostaria de esquecer, pelo menos por segundos.
Escrevi essa carta porque..., eu não sei o porquê, só deu vontade de me ridicularizar novamente para você sobre o que eu sinto. Agora deu vontade de não entregar porque não há motivos para você saber, e eu fico me contradizendo, vontade e não vontadede entregar, vontade e não vontade de você saber que eu ainda o amo, e a única vontade é que essa carta pudesse mudar algum caminho.

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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Novo


Aconteceram muitas coisas. Coisas que me fizeram sorrir, coisas que me fizeram chorar, coisas que fizeram meu coração bater mais rápido, e as vezes bater mais devagar. Eu vivi, sonhei, errei, acertei, amei, odiei, acreditei, perdi, chorei e sorri.

Foi agitado, com medo, mas superei alguns, me perdi, me achei, e novamente me perdi, e ainda estou procurando minha verdadeira essencia.

Não há nada que eu mudaria, nada.

Só estou deixando a vírgula de lado, e colocando um ponto vírgula, até me encontrar.

Estou feliz;

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Céu

Eu tenho medo, do medo de ultimamente, que não sai da minha cabeça, que me tira o ar, que me faz delirar. Eu não sei o significado, eu não sei o que pode ser, estou na distante loucura que está apagada na minha memória. Eu estive ausente, não por muito tempo, mas ainda continuo procurando um caminho, estou longe de achar, mas não posso apenas parar.
Uma simples demonstração não fez efeito, subiu aos céus e mesmo assim estive perdida nas nuvens, sem respostas.
Uma alegria, um sorriso, e então acordei.
Uma canção e um coração. Que dessa vez não quebrou.
O calor de uma união que estava esperando, e nunca chegou.
E mesmo assim, nada parou de existir.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

E um adeus,


- Eu não sei se conseguiria!

Estou caminhando para o outro lado, sem dar um passo maior do que minha perna, mas estou caminhando, sem nenhuma despedida.

Lembro-me dos dias felizes em que eu costumava procurar borboletas pelo jardim, e que o sorriso jamais saia do meu rosto, enquanto a música It's Not Enough tocava na minha antiga vitrola. Era tudo tão puro e inocente, como nos sonhos.

Costumava brincar de ser cantora, onde meu show eu mesma construia e ficava horas e horas na frente do espelho com uma escova de cabelo na mão, fingindo ser famosa. Tudo era muito fácil e simples.

Enquanto estava indo para o outro lado encontrei uma rosa no meio do caminho, sentei-me no chão e comecei a pensar sobre as flores que minha mãe gostava, eu ainda podia sentir o doce perfume de rosas dela, que ela tanto adorava, e eu também. Sempre acabava me perdendo na noção do tempo quando pensava essas coisas.

Sem um adeus, eu continuei a seguir em frente, sem algo que me fizesse voltar.

O sol estava tão quente naquele dia, que lembrei do primeiro dia em que eu estive "apaixonada", meus pés sairam do chão, então eu voei entre os suaves lábios dele. Novamente estava pensando sobre o outro lado.
Quando estava prestes a chegar onde meu sonho poderia se tornar maior, eu pensei, e descobri que jamais poderia apagar minhas memórias, elas estariam para sempre comigo. E com um adeus, eu voltei para o outro lado, sem mesmo pensar duas vezes.

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sábado, 29 de novembro de 2008

Gotas de Futuro

Toco o tempo que não é movimento,
Toco teu corpo, pequenos resquícios,
De desrespeito, mistérios sem sobra,
Descobertas sem saudade.

Exclusivo em toque, sem sentimento,
Degustando em dissabor, fragmento e tentação.
Buscando e ordenando afinidades.

Excessos em rotina natural, corpos frágeis,
É falta sem reflexo, retina e não memória.

Como se o tempo fosse capaz de quebrar a água.

Devaneios livres em queda,
Sem respostas, com desejo.
Contornando a face em pensamentos.

Nada que hoje é luz,
Ontem eram gotas de futuro.

Sem envolvimento ou margem em saudades.
Sem vaidade,
Sem medo do medo de ultimamente,
Sem conquista ou sofrimento.

Toco o tempo que não é movimento,
Toco teu corpo, pequenos resquícios de sedução.
Pequenos momentos em solidão.

Camyla Castro Lima e Léo Magno Mauricio.

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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Sonhos solitários

tic tac importuno da meia noite, fazendo-me fixar em frente ao cubo, sem importância. meu desvelo patético, que tenho sobre tal sentimento; indelével.
o limite da razão me faz pensar o que há com as pessoas, me faz tentar entender o que pode acontecer, mas o limite existe?
aversão de como tudo vem e como tudo vai, cruento dia de tamanha ignorância, o que me faz acreditar que tudo isso não é apenas um sonho? devaneio!
obliterando minha imaginação. afinal, qual a ligação?
tic tac!

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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Voar


Mais uma vez tudo se encaixa como se fosse a primeira vez, eu olho e observo todas as noites de Novembro, estou paralizada em um momento único, aquele momento de dias perfeitos e felizes.

Cansada chego em casa e tiro meus sapatos de salto alto, deito na minha cama e penso sobre meus dias de glória, estou me sentindo tão bem, que posso ser quem eu quiser no meu próprio sonho. Pego meus papéis e vou escrever mais uma carta de amor, uma carta para alguém especial, que balança meu mundo com seu sorriso.

Estou cansada, me sinto realizada com meus princípios, vou além com meus desejos.

Quando realmente deito para dormir, eu imagino toda minha vida, como meu futuro será, e como eu quero organizá-lo. Sinto-me livre no meu contexto imaginário, que me faz lembrar que sou uma criança e ainda vivo pelos meus sonhos sem fim.

Enquanto estou perdida acordada nos meus sonhos, a hora passa lentamente, sem perceber que passo horas e horas pensando.

Eu sempre estive preparada para a verdade, não hoje em dia, não nos meus sonhos, porque nele eu sou a dona da história, eu a escrevo quantas vezes quiser, e quantas vezes eu conseguir imaginá-la de formas diferentes.

Eu posso ir e vir, sem me mover, construo meus desejos profundos e ainda tenho tempo para viver a realidade. Posso voar pelo mundo, e sempre que posso vôo nos meus sonhos.

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